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A RIA DE AVEIRO

Aveiro

El- Rei D. Sebastião: A Ria de Aveiro

 

Gosto das praias de neblina e dos espelhos cinza da Ria de Aveiro. Abrem ao fim da tarde em azuis suaves e doces e explodem em intensos laranjas, no pôr-do-sol. A Ria essa é então mais intensa, azul quente e feliz.

Vá com tempo. Espreite os horários das marés. Vista a camisola. Entre no barco na Torreira ou em qualquer outra pequena marina. Parta serenamente. Não incomode a ria larga e silenciosa. Descubra os moliceiros, as anémonas, os peixes, os recantos, a árvores baixas e inclinadas pelo vento, os pescadores atentos, os baixios de areia, as pequenas enseadas, o casario desconexo. Sinta o vento. Sinta a amplitude. Sinta-se viva.

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Ouça o farol da praia da Barra chamar, beba um flute de champanhe e pare para almoçar na Costa Nova. Nova e diferente . Casas triangulares, de riscas coloridas, graciosamente decoradas e alinhadas, qual cidade de bonecas rodeada de jardins que a trazem até à ria. Pena as palmeiras… não pertencem a esta história.

Almoce na “Praia do Tubarão”, peixe claro! Experimente o ensopado de garoupa, delicioso e, estranhamente para mim, sem pão.

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Esteja atento. A maré chamá-lo-á para regressar. À procura das dunas de S. Jacinto. Então a pé, descubra os recortes de areia branca e fina que nos levam até ao mar aberto e infinito.

Sente-se. O Pôr do sol não tardará.

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