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MÃOS

Aberta em concha, uma. Descansando sobre a primeira, ligeiramente fletida, a segunda. Esguias, prolongadas, esbeltas. Quanta serenidade e abandono. Quanta paz. Quão belas as mãos que repousam. Quão belo despertar. Sente-se depois, muito depois, o bater do coração. O sorriso […]

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